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Como funciona a economia?

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Como funciona a economia?

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Você já deve ter se perguntado como funciona a economia. As escolas te ensinam o que é uma célula, mas não te falam o que é economia, nem sobre como cuidar do seu próprio dinheiro, nem sobre macroeconomia e nada de educação financeira.

Por conta disso, muitas pessoas crescem sem saber para que serve o banco central, nem mesmo entendem quando é falado nos jornais sobre inflação, taxa de juros, taxa selic, política expansionista e contracionista, entre outros termos que são imprescindíveis para a compreensão da economia.

Não é interesse do governo ensinar às pessoas o que é economia e nem como funciona a economia. Porque quanto mais ignorante uma população é, mais fácil é de se utilizar de políticas assistencialistas focadas no curto prazo – como políticas expansionistas, por exemplo – para passar uma falsa impressão de melhoria no poder de compra do brasileiro.

Dado que isso é um gap de ensino, muitas vezes intencionalmente criado pelo governo, poucas pessoas sabem, de fato, como funciona a economia. O primeiro ponto para entender o funcionamento da economia, é entender o que é economia e como o governo consegue a controlar com alguns mecanismos.

Economia é a ciência que estuda o conjunto de atividades desenvolvidas pelo ser humano com intuito de produzir, consumir e distribuir bens que são essenciais para a existência humana e para sua melhoria de qualidade de vida. Economia tem a ver com dinheiro, com produção e com consumo.

O governo influencia na economia, de forma menos ou mais incisiva, à medida que ele controla a taxa de juros de um país. Taxa de juros, basicamente, é a taxa que alguém que pegou um empréstimo paga à pessoa que concedeu o empréstimo. Se um país precisa de dinheiro para financiar suas obras e sua estrutura, ele emite títulos públicos com intuito de pegar empréstimos de investidores. Esses investidores recebem uma recompensa em dinheiro, após um certo período de tempo. A taxa de juros que um país atrela ao pagamento dos seus empréstimos se chama de taxa de juros da economia, taxa básica de juros. No Brasil, essa taxa de juros se chama taxa SELIC, ou simplesmente SELIC.

Através da SELIC o governo consegue controlar a “temperatura” da economia.

Basicamente, ao se aumentar ou diminuir a taxa básica de juros da economia de um país, o governo interfere na produção e no consumo da economia. Isso porque não existe investimento mais seguro dentro de um país do que emprestar seu dinheiro para o governo, porque a chance de um governo quebrar e não te pagar o valor emprestado é muito menor do que a chance de uma empresa privada.

Dessa forma, se o governo aumenta sua taxa de juros básica, ele influencia os investidores a investirem nos seus títulos, e não mais no setor privado, por meio da bolsa de valores.

Com isso, o setor privado fica descapitalizado, e a produção interna de um país fica desestimulada, já que com menos dinheiro para se investir em melhores equipamentos, em mais funcionários e em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias que acelerem a produção interna, se torna mais difícil aumentar a produção de produtos e riqueza de um país.

De certo modo, ao se aumentarem os juros, o governo de um país consegue se capitalizar mais. Com mais dinheiro arrecadado, o governo pode tomar a decisão de investir em projetos que, no médio e longo prazo, aceleram a produtividade de um país, por exemplo em educação de base. Quando uma população é altamente instruída e escolarizada, a mão de obra especializada de um país cresce e, consequentemente, o seu PIB (produto interno bruto), também cresce.

O governo também utiliza a taxa de juros para frear a inflação de um país. A inflação pode acontecer por diversos fatores que desencadeiam um desequilíbrio entre a quantidade de dinheiro disponível em uma sociedade e a quantidade de bens de consumo na economia, fazendo com que a mesma quantidade de dinheiro compre menos bens e serviços.

Logo, essa falsa sensação de aumento do poder de compra é rapidamente acometida pela realidade da inflação. Mais dinheiro na mão das pessoas, porém produtos mais caros.

O governo se utiliza então da taxa de juros como uma forma de frear o consumo da população, já que se a rentabilidade de se investir no governo está alta, as pessoas tendem a poupar seu dinheiro e investi-los em títulos de renda fixa.

Como o dinheiro migra da mão do setor privado para o setor público, menor se torna a capacidade do setor privado se expandir, criar empregos e aumentar a produção interna. Isso pode gerar desemprego.

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